Eu a-m-o ficar de olho nos filmes para ver que tipo de sistema operacional um determinado personagem usa. Não que eu seja um geek (imagina) mas desenhar interfaces foi o primeiro dos muitos aspectos multidisciplinares do design pelo qual eu me interessei. Então, meio sem querer, descobri o site do responsável pelas telas de computadores de alguns filmes, Mark Coleran. Só pra citar alguns: Lara Croft: Tomb Raide, Sr. e Sra. Smith, Missão Imposível, Supremacia Bourne … Desenhar interfaces para o cinema tem outros fins que não a usabilidade, é 100% visual. Algumas interfaces podem parecer meio herméticas do ponto de vista do uso, mas que são bem bonitas, são.
Clique aqui e leia uma entrevista bem interessante do Mark Coleran na conferência motion08.
Veja a baixo um video dos trabalhos do Mark em varios filmes
Baraka é um filme que narra a evolução da Terra e da humanidade, completamente filmado em 70 milímetros, sem diálogo, apenas sons e imagens, em seis continentes e em 24 países, explorando a formação e evolução da Terra, a supremacia do homem e as consequências da tecnologia.
“Baraka funcionalidades sem efeitos especiais, no make-up, nenhum subterfúgio. É o mundo, o que pode ser visto pela janela fora e muito além, esticando a limites que parecem incrivelmente grande, mas continuam a diminuir com o tempo, com a tecnologia, com filmes como Baraka. Baraka simplesmente é. É vida. É natureza. Trata-se de alegria. É triste. É você. Trata-se de mim. É o que a imaginação acredita que ele seja. Na verdade, é o mundo, uma vez de mudança de tela sobre a qual é pintado cenas de grande prazer e dor extrema, a mais marcante da beleza e da mais vil feiúra, e na valorização dos recursos naturais e da manmade. O filme, como qualquer bom trabalho de arte, assume um significado diferente para cada espectador, tal como tem atribuído a ele interpretações pessoais da apresentação das suas imagens, sua narrativa não dito, e a sua escala e alcance. No entanto, existe uma verdade universal atribuído ao Baraka, e isso é o filme marcante da reprodução de seus súditos, através delas criar visuais que tomar fôlego e deixar o público acreditar que, durante 90 minutos, eles foram tudo aventureiros do mundo, filósofos, historiadores, ou naturalistas. Este fantástico visionário e olhar para o mundo chega em Blu-ray com uma imagem tão pura, tão profunda, tão natural que parece ter sido feita com o formato em mente. É nada menos que uma homenagem ao cinema, a sua audiência e, mais importante, os seus temas. Esta é Blu-ray, na sua actual pico. Pode haver nada melhor do que Baraka, visualmente, disponível para o público hoje. Da mesma forma, a trilha sonora sem perdas é quase tão notável. Ele completa a experiência, revelando todos os sons, naturais e musical, com pinpoint precisão. Por fim, o disco oferece duas principais suplementos que aumentam a fruição, compreensão e apreciação do Baraka experiência várias vezes. Baraka é um must-próprio disco, não só para fins de demonstração, mas para construir o maravilhoso do filme e seu inspirador imagens e som. Não recolha, pequeno ou grande, está completa sem uma cópia. Baraka recebe minha mais alta recomendação.” Blu-ray.com
Deixando de lado o que apresenta o documentário que pode ser vista no site oficial do filme em www.barakathefilm.com, vamos as suas características técnicas, que são impressionantes. Os mesmo produtores criaram filmes para IMAX, mas esse é o primeiro filme gravado com câmeras de 70mm, onde os negativos foram escaneados em uma resolução de 8.192 pixels. Para se ter uma idéia da qualidade, o filme de James Bond, um dos melhores da atualidade, possui resolução 4K. O que se diz por aí é que a resolução 8K é o máxima que o olho humano pode apreciar, e que este documentário é razão suficiente para adquirir um reprodutor Blu-ray.
Estou abrindo mais uma categoria aqui no blog, a de Filmes, onde vou falar de filmes com ligações tecnológicas, podendo ser no tema do filme, produtos que se relaciona ou na própria tecnologia do filme, como em 3ª Dimensão, de testes para HT FULLHD, e etc.
E para abrir a categoria vai um filme com ótimas ligações que vi no cinema UCI do Norteshopping-RJ.
Fiquei com medo no inicio pois o trailer estava com imagem e som horríveis, mas assim que o filme começou me deixou de boca aberta com a qualidade da imagem, o contraste da tela estava otimo, dando uma profundidade incrível no filme da história do simpático robozinho Wall•E, um robô que os humanos esqueceram de desligar e passou 700 anos limpando o planeta. Mas como ficou tanto tempo sozinho acabou por criar um “defeito”, uma personalidade.
Logo no início do filme você lembra dos Macs, quando Wall•E termina de se carregar emite o apple chord, mais conhecido como o “thannnnn” que os Macs fazem quando ligam. (ou também o startup sound)
Algum tempo se passa quando um outro robô chega à Terra, Eva (ou Eve no original), tem um formato bem clean, toda branquinha, lembrando um iPod antigo, ou melhor, o novo iPhone 3G branco. Também pudera, ela foi desenhada por Jonathan Ive, o designer que ficou consagrado pelo design dos iMacs e iPods.
Então, tem ou não tem a ver com Apple? Alguém achou mais algum detalhe da Maçã?
O filme passa uma mensagem muito discutida nos dias de hoje. A Terra foi inutilizada pela quantidade de lixo feito pelo ser humano… Isso me lembra um blog que se chama Meu Mundo Sustentável.
Agora se você gostou mesmo do filme você pode adquirir o jogo para PS/PC/xbox/Wii, o CD com as musicas do filme (já tenho) e o boneco Wall.e (vou comprar logo logo) entre outros bonecos do filmes, no blog do Cardoso tem um ótimo review do iDance WALL-E.