O fotógrafo David Bergman, durante a posse de Obama fez uma foto panorâmica do evento utilizando uma câmera bridge Canon G10 e um equipamento chamado Gigapan Systems. A imagem final, conjunto de diversas fotos tiradas por David ficou com seu tamanho bem próximo de 2 gigas. A qualidade da imagem tem um nível de detalhe absurdo nos permitindo aproximar das pessoas e enxergar até mesmo suas feições, mesmo de tão longe!
O MIT Media Lab apresenta uma novidade muito interessante, os Siftables, um projeto criado por David Merrill com o apoio de Jeevan Kalanithi, que já está em fase de protótipo. Eles são pequenos computadores que permitem que você interaja com as informações de uma forma física e natural, replicando as interações com objetos do nosso dia a dia.
Cada Siftable é independente e é equipado com um processador AVR de 20 MHz, tela OLED colorida, memória flash, acelerômetro de 3 eixos, sensor infra-vermelho de baixo alcance, Bluetooth[bb], baterias recarregáveis e portas de expansão para outros sensores.
Com este arsenal de recursos, este gadget atinge resultados impressionantes, embora não muito práticos, pelo menos ainda.
Veja a baixo a apresentação do projeto de graduação do David Merrill, estudante do MIT, realizado na TED Conference.
Após assistir a apresentação, fica-se com clara sensação de que está a caminho uma verdadeira revolução, tanto na pedagogia, quanto nos métodos de aprendizagem.
Neste início de 2009, as perspectivas têm de ser otimistas, visto que nada pode ser pior do que a série de eventos econômicos de 2008, que culminaram numa recessão global. Quando estourou a bolha imobiliária nos Estados Unidos, um político irlandês declarou: “Isso é um problema dos americanos, então eles que sofram”. Mas logo ficou claro que o problema dos EUA já havia sido exportado para toda parte, uma vez que muitos bancos estrangeiros acharam que era uma boa idéia investir na bolha imobiliária americana.
Depois, o governo americano, assim como outros governos, decidiu dar uma força, oferecendo bilhões de dólares de ajuda aos banqueiros desastrados. A idéia era pôr os negócios imobiliários outra vez de pé e reerguer os mercados de crédito. Mas os bancos pegaram o dinheiro e decidiram estocá-lo, com medo de fazer algo estúpido. Então as economias entraram todas em marcha lenta. Isso resultou em deflação, algo que assusta os economistas porque ninguém sabe o que fazer com ela.
Curiosamente, os negócios de alta tecnologia, em especial nas áreas de semicondutores e discos rígidos, estão em constante estado de deflação e, apesar disso, conseguiram sobreviver todos esses anos. Tem sido assim desde o primeiro semicondutor. O fenômeno foi explicado pela Lei de Moore, a qual afirma que o número de transistores num chip dobra a cada 18 meses. Mas como o tamanho do chip é o mesmo, torna-se necessário igual valor em dinheiro para produzi-lo. Assim, cada novo processador faz a geração anterior valer a metade. Portanto, até agora, tudo que temos na área de computadores perde valor com rapidez. Trata-se de um tipo de depreciação diferente daquela que se verifica com bens usados, como automóveis, que perdem preço com o uso. A deflação faz parte da tecnologia. (Continuação…)